{"id":13178,"date":"2008-04-11T17:36:29","date_gmt":"2008-04-11T17:36:29","guid":{"rendered":"http:\/\/13178"},"modified":"2008-04-11T17:36:29","modified_gmt":"2008-04-11T17:36:29","slug":"oraingoan-galizia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogak.argia.eus\/txerra-rodriguez\/2008\/04\/11\/oraingoan-galizia\/","title":{"rendered":"Oraingoan Galizia"},"content":{"rendered":"<p>Aspaldi honetan nazioartera begira nago, edo hala iruditzen zait. Katalunia (<a href=\"http:\/\/www.blogak.com\/garaigoikoa\/llengua-i-us-aldizkaria-sarean-eta-doan\">behin<\/a> eta <a href=\"http:\/\/www.blogak.com\/garaigoikoa\/kataluniatik-dator-notiziya\">birritan<\/a>), <a href=\"http:\/\/www.blogak.com\/garaigoikoa\/txeieneak-eta-txireneak\">txeieneak<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.blogak.com\/garaigoikoa\/hizkuntzaren-habiak\">maoriak<\/a> eta oraingo honetan Galizia.<\/p>\n<p>Sechu Sende lagunaren blogetik atera. Luzea da eta nik \u00f1abardura txiki batzuk egingo nizkioke, baina oro har (beste behin ere azken aldi honetan) gure egoeraz ari dela ematen du. Zuek esango didazue &#8230;&#8230;<\/p>\n<p>1. <\/p>\n<p>O pesimismo nom \u00e9 um bom motor de trabalho: desmotiva, entristece, paraliza e destrue mais do que motiva, dinamiza e construe.<\/p>\n<p>A gente mais ou menos informada conhece desde hai anos a situa\u00e7om da<br \/>\nl\u00edngua entre a gente nova: umha situa\u00e7om catastr\u00f3fica nas cidades e<br \/>\nvilas, caracterizada pola perda de usos na nossa l\u00edngua, com \u00edndices<br \/>\nproximos \u00e1 extin\u00e7om como l\u00edngua de uso habitual, informal nas grandes<br \/>\ncidades.<\/p>\n<p>A realidade \u00e9 mui chunga, dram\u00e1tica e a lista de adjectivos \u00e9 tan longa<br \/>\nque hai gente especialista em caracteriza-la com mil calificativos<br \/>\nterror\u00edficos. <\/p>\n<p>Al\u00e9m das frias cifras e dos estudos socioling\u00fc\u00edsticos concienzudos<br \/>\nsobre a situa\u00e7om da l\u00edngua na gente nova, muitas das persoas que<br \/>\nvivimos em contacto directo com rapaces e rapazas \u2013e suponho que case<br \/>\ntodos e todas as persoas temos algum tipo de contacto com nen@s e<br \/>\nadolescentes- nom podemos deixar de emocionar-nos, preocupar-nos e ser<br \/>\nsens\u00edbeis a essa crescente desgaleguiza\u00e7om.<\/p>\n<p>\n2.<\/p>\n<p>A algumha gente o contacto com realidades problem\u00e1ticas e nom desejadas<br \/>\nproduce-lhe depresom, epis\u00f3dios de tristeza ou estados de raiba, com<br \/>\numha crescente sensa\u00e7om de impot\u00e9ncia persoal. E colectiva.<\/p>\n<p>Muita gente, entre a que me incluo, sentimos esses baix\u00f3ns quando a<br \/>\nnossa filha volta do cole falando outra l\u00edngua que nom \u00e9 a nossa, ou<br \/>\nquando aparecem uns senhores dicindo que o galego est\u00e1 a discriminar os<br \/>\nfalantes de lingua espanhola. Ou quando nos damos conta de que um dos<br \/>\nmotores importantes do trabalho, o gubernamental, se mostra como um<br \/>\nagente irrespons\u00e1vel, insens\u00edvel e ineficaz diante deste problema.<\/p>\n<p>Como pode ser possivel que estes que se chamam governantes, s\u00f3 por p\u00f3r<br \/>\num caso, eh, s\u00f3 por p\u00f3r um exemplo, falem de promo\u00e7om do galego quando<br \/>\nnem hai um programa de m\u00fasica na tele p\u00fablica para gente nova!<\/p>\n<p>In\u00fatiles!<br \/>\nVedes, j\u00e1 me cabreei!<\/p>\n<p>3.<\/p>\n<p>A situa\u00e7om, si, chegou a ser mui dura.<\/p>\n<p>Porque nom esquezamos que ao fim de contas, n\u00f3s \u2013e aqu\u00ed que se inclua<br \/>\nquem quixer- n\u00f3s, digo, somos @s filh@s e net@s da gente que perdeu<br \/>\numha guerra a mans do Fascismo.<\/p>\n<p>Perdemos a guerra, recordades? Machacarom-nos. <\/p>\n<p>E a nossa l\u00edngua foi o s\u00edmbolo d@s perdedores, @s assassinad@s, @s<br \/>\nreprimid@s, @s clandestin@s, os exiliad@s, etc\u00e9tera, etc\u00e9tera.<\/p>\n<p>Mui triste foi isso de vir perdendo palavras desde que as Suas Altezas<br \/>\nos Reis Cat\u00f3licos come\u00e7arom a Doma e Castra\u00e7om do Reino de Galiza hai<br \/>\nj\u00e1 puffff de anos.<\/p>\n<p>Si. E levamos anos e anos chorando e temos direito a seguir chorando.<br \/>\nMas em quanto choramos nom podemos trabalhar. Penso que \u00e9 algo bastante<br \/>\nincompat\u00edvel.<\/p>\n<p>E aqu\u00ed \u00e9 quando devemos p\u00f3r-nos s\u00e9ri@s e ter em conta de que sem trabalho a nossa sociedade nom pode cambiar.<\/p>\n<p>\n4.<\/p>\n<p>E esse trabalho nom pode ser s\u00f3 individual, persoal, sen\u00f3m que debe ser um labor colectivo, comunicativo.<\/p>\n<p>Quando a gente se junta a trabalhar procura um bom clima: cooperativo,<br \/>\ncreativo, alegre, assi esteja constru\u00edndo umha estrada ou reconstru\u00edndo<br \/>\num pa\u00eds despois dum terremoto.<\/p>\n<p>A ver se nos damos conta de que queixando-nos derrotistamente do mal que est\u00e1 a situa\u00e7om nom vamos amanhar nada.<\/p>\n<p>Si, os \u00edndices de uso da l\u00edngua entre a gente nova som os que som. N\u00f3s<br \/>\nsabemo-lo e, o que \u00e9 mais importante, a gente nova sabe-o.<\/p>\n<p>Por isso cumpre dar-se conta de que durante muitos anos aqu\u00ed se<br \/>\ntrabalhou socialmente a l\u00edngua \u2013especialmente no ensino- desde a<br \/>\nperspectiva do uso da l\u00edngua.<\/p>\n<p>E, como dixo o s\u00e1bio Txepetx e adaptou Manuel Portas, o processo de<br \/>\naprendizagem e uso dumha l\u00edngua tem outros elementos tam importantes<br \/>\ncomo o pr\u00f3prio uso e entre eles est\u00e1 a <b>motiva\u00e7om.<\/b><\/p>\n<p>Para mim a gente que se queixa do pouco uso da l\u00edngua e transmite esse<br \/>\nderrotismo al\u00e1 onde vai pode chegar a ser mais destrutiva que a gente<br \/>\ncontr\u00e1ria ao desenvolvemento social da nossa l\u00edngua que combate contra<br \/>\nela. Porque o derrotismo desmobiliza, desmotiva e destrue.<\/p>\n<p>\n5. <\/p>\n<p>Quem dixo isso de que D<i>evemos ser realistas na an\u00e1lise da realidade e optimistas na vontade para cambiala<\/i> tinha toda a razom do mundo.<\/p>\n<p>Eu, desde logo, sei que para que o meu pa\u00eds c\u00e1mbie necessitamos muito<br \/>\ntrabalho e muita moral e bem repartida. Porque para que este pa\u00eds e a<br \/>\nnossa l\u00edngua mudem temos que compartir entre milheiros e milheiros de<br \/>\npersoas umha responsabilidade: o caminho da l\u00edngua.<\/p>\n<p>Que, por certo, deve ser um caminho p\u00fablico, ou, melhor visto: umha rede de caminhos.<\/p>\n<p>E nos caminhos da l\u00edngua nom s\u00f3 estamos quem falamos galego sempre, tam\u00e9m quem falam galego \u00e1s vezes, e quem falam castelam.<\/p>\n<p>\n6.<\/p>\n<p>Quando escrebim <i>Made in Galiza<\/i> nom tinha na cabe\u00e7a os meus<br \/>\ncolegas socioling\u00fcistas ou profes. Em absoluto. Tinha a minha afilhada<br \/>\nde 7 anos que case nom fala galego, a gente de 17 de Vigo ou Ferrol, as<br \/>\navoas galego-falantes que lhes falam espanhol ao neto, ou o rapaz ou<br \/>\nrapaza a quem se lhe passa pola cabe\u00e7a que porque nom, claro que si,<br \/>\nvou falar galego.<\/p>\n<p>E muita outra gente a quem todos conhecemos, desde os ladr\u00f3ns de l\u00ednguas at\u00e9 as bonecas que falam a nossa l\u00edngua.<\/p>\n<p>E claro que \u00e9 triste chegar a dar-se conta de que alguem escrebe um<br \/>\nlivro para, entre outras muitas cousas, comunicar-lhes aos seus<br \/>\nvezinhos e vezinhas que o que nos fai valiosos como sociedade \u00e9 a sua<br \/>\nnossa l\u00edngua. <\/p>\n<p>Um livro que intenta ser divertido, \u00fatil, entretido, etc\u00e9tera, como qualquer outro livro.<\/p>\n<p>Porque nom escreber sobre as cousas tristes com humor? <\/p>\n<p>\n7. <\/p>\n<p>Mas a energia que em muitos lugares da Galiza est\u00e1 a desenvolver muita<br \/>\ngente em favor dum processo de comunica\u00e7om em galego \u00e9 muito mais<br \/>\nintensa do que \u00e1s vezes podemos pensar. Penso.<\/p>\n<p>Somos cr\u00edtic@s, rebeldes, exigentes, e, sobre todo, trabalhador@s.<\/p>\n<p>Nestes momentos cr\u00edticos para a nossa pr\u00f3pr\u00eda exist\u00e9ncia como povo&#8230; \u00e9<br \/>\numha prioridade cargar-nos de energia, falarmos da l\u00edngua com humor,<br \/>\ncom seguridade e com vontade de cambiar o nosso presente, agora, e<br \/>\ndeixar de falar do futuro como se fossemos videntes ou, pior a\u00ednda,<br \/>\nvision\u00e1ri@s.<\/p>\n<p>E si, tenho a completa seguridade de que as cousas c\u00e1mbiam. E de que<br \/>\ndepende de n\u00f3s e da nossa for\u00e7a de trabalho persoal e social a<br \/>\nintensidade da transforma\u00e7om.<\/p>\n<p>A cuestiom nom \u00e9 deter o processo de desgaleguiza\u00e7om. A clave \u00e9 come\u00e7ar o processo social de galeguiza\u00e7om.<\/p>\n<p>Alertemos, si, sobre o perigo. Mas construamos as solu\u00e7ons.<\/p>\n<p>Um processo que s\u00f3 se pode activar desde a cultura da participa\u00e7om.<\/p>\n<p>Entre moit@s!<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p>\nA\u00ed vai. Isto escrebi-no \u00e1s presas ao ler este exemplo de literatura<br \/>\ndepresiva, alarmante e, por suposto, complement\u00e1ria, a\u00ednda que<br \/>\ncontradit\u00f3ria com o discurso que botei arriba: <a href=\"http:\/\/chuza.org\/historia\/o-galego-como-a-sida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O galego, como a sida<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aspaldi honetan nazioartera begira nago, edo hala iruditzen zait. Katalunia (behin eta birritan), txeieneak, maoriak eta oraingo honetan Galizia. Sechu Sende lagunaren blogetik atera. Luzea da eta nik \u00f1abardura txiki batzuk egingo nizkioke, baina oro har (beste behin ere azken aldi honetan) gure egoeraz ari dela ematen du. Zuek esango didazue &#8230;&#8230; 1. 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